O vídeo amador – chegando onde mais ninguém chega

Quando quase todo o mundo anda pela rua com um celular no bolso ou uma câmera em seu meio de transporte, observamos cada vez mais a proliferação dos vídeos amadores nas notícias do dia a dia, pois por vezes é num momento fortuito que as imagens podem ser capturadas, sem dar tempo de uma equipe de TV chegar no local. E aí é o cidadão comum que faz o papel de repórter de TV.

É notório como os canais de TV e os mídia digitais, entre os quais se podem incluir alguns blogues e redes sociais, vêm apresentando em suas plataformas cada vez mais conteúdo informativo com origem em vídeos capturado pelo cidadão comum.

Desde as maiores tragédias naturais como terremotos e tsunamis até atentados e acidentes, passando por cenas de crime ou acontecimentos com final feliz como um salvamento ou uma aterrissagem de emergência bem sucedida, parece que tem sempre alguém com um smartphone na mão pronto para filmar o acontecimento.

Um fato é que as pessoas vão se apercebendo do poder mediático que um vídeo amador pode ter na sociedade e estão cada vez mais prontas e precavidas para pegarem seus celulares e gravarem qualquer acontecimento que presenciem e que considerem digno de partilha com seus concidadãos.

Tem até muita gente já que transporta câmeras de filmar acopladas quando se deslocam em bicicleta, em motorizada ou automóvel. Embora isso se deva mais a uma precaução para poder esclarecer situações em caso de acidente, a verdade é que essas câmeras já captaram acontecimentos tão diversos e dramáticos como aviões se despenhando ou assaltos na via pública.

Qualquer um pode assim ser repórter por um momento, mas recordamos que antes de pegar seu celular para filmar um acontecimento, deve assegurar que se encontra em segurança e que ninguém necessita de seu auxílio imediato, que poderia ser comprometido se estivesse apenas filmando.

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